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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Avicii - True (faixa a faixa)




Já que tá todo mundo cantando, ouvindo e falando sobre Wake Me Up do Avicii com o Aloe Blacc, e já que este não é um album convencional, acho legal falar sobre esse “projeto completo” do Avicii.

Vamos de Avicii – True – faixa a faixa

01 – Wake me Up



Já é a música mais legal do ano, quase que juntinho com a do Daft Punk. É sucesso, a voz do Aloe Blacc fechou total, e vai arrebentar até o Verão, com certeza.

Essa é uma excelente carta de apresentação para o que vem a seguir. Certinho ser a primeira música do album.

Antigamente o povo ainda ouvia o disco todo, e as músicas mais legais eram a 3 ou a 4, quando não era a 7 ou a 8.

Agora tem que resolver logo na cara.

Escolha acertadíssima.

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02 – You Make Me



Com vocais do sueco (como o Avicii) Salem Al Fakir, é uma pegadinha bem pop.

Pianinho anos 90, batida da TR-909, clima legal, pra cima, é mais pop até do que a Wake Me Up.

Ótima para dar sequencia ao trabalho de divulgação do projeto todo.

Lembrou um pouco Calvin Harris. Misturado com Gary Numan.

Fora que o clipe é o clima do momento na patinação.

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03 – Hey Brother



Sonzinho mega delícia pra quem já entendeu que esse álbum não é um album de eletrônica.

O Dan Tyminski (que canta a musica) é compositor de bluegrass (procura no Google o que é esse estilo), e é o frontman da banda Alisson Krauss and Union Station.

Mesmo conceito da Wake Me Up, com aberturas vocais típicas de country, mistura um encadeamento mais country/roots numa batida eletrônica com violão.

Gostosa de ouvir num churrascão. Fácil.

Cara de cerveja no fim do dia sentado em cima da pickup. American Dream total.

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04 – Addicted to you



Com Audra Mae nos vocais, lembra muito a Lana Del Rey. Só que a Audra Mae tem mais voz e mais potência que a Lana.

Tipo dá pra “divar” na pista com essa música.

O vocal permite. Sobe, dá potência, dá clima.

Remix mais eletrônico vai arrebentar, pode ter certeza.

A pegada ainda é mais cool/country.

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05 – Dear Boy




Falando em Lana, mais uma que leva a pegada dela. Só que mais legal, menos blasé

Vocal de Karen Marie Ørsted, pra quem não conhece, ela é dinamarquesa e canta legalzinho assim.

Nessa pegada mais limitada da Lana, mas com punch.

Essa música é Avicii sendo Avicii. Voltou ao que ele fazia lá no antigamente.

Bacana, mas destoa do resto do álbum até o momento.

Legal que a versão do álbum já é a versão remix, com intro e outro.

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06 – Liar Liar



A mais legal do album.

Vocais iniciais do duo Blondfire e refrão do Aloe Blacc

Música tipo delicinha. Boa de ouvir no carro, seja na estrada, seja parado no transito.

Curti.

Principalmente no refrão do Aloe Blacc que entra um clima meio gospel, com aqueles organs sujos de igreja americana.

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07 – Shame on Me




Completamente diferente de todas as outras. Quase um bluegrass mesmo. Mais jazzy quando entra o baixão.

Lembrei de Face The Face do Pete Townsend. Sei lá.

Legal o clima etéreo do piano, com um reverbão e uns filtros.

Tem a guitarra do Nile Rodgers, tem um solo sensacional de Talk Box (pros mais novos que não sabem o que é isso, cliquem AQUI), e vocais da Audra Mae de novo.

Curti bastante. No começo não empolga, mas depois cresce e diverte…

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08 – Lay Me Down




Adam Lambert no vocal, mas o que importa é a guitarra do Nile Rodgers que dá o clima. E o baixo lembra Block Rockin’ Beats do Chemical Brothers.

É o climão do album. Gostei MUITO.

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09 – Hope there’s someone



Avicii sendo Avicii novamente, mas com uma delicadeza maior. Acho que é o vocal da sueca Linnea Henriksson, delicado, jazzy, mas ao mesmo tempo empolgado, bonito, redondo.

Vai bem em qualquer pista.

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10 – Heart upon my sleeve




Voltou ao country, ao acústico. Lembrei bastante de Queensryche, mas o clima aqui é Imagine Dragons (a co-produção e os vocais da faixa é deles).

Funcionou super bem a intro, a pegada orquestrada me lembrou Faithless. Legal, mas não leva a lugar nenhum.

Parece um prelúdio. Sei lá. Meio estranha.

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No conceito geral, comparando música a música, acho que todas elas funcionam legal entre si. Menos aShame On Me, que sugere uma quebra que não vem.

Mas mesmo assim é um belo album. Vale escutar todo, na sequencia. Não cansa, é divertido, as colaborações são sensacionais (que abrem um leque legal de gente lá da Suécia, Dinamarca e afins. Bom ouvir coisas diferentes assim), e a produção tá redondinha.

Curti.

Pode comprar que vale a pena, né ?

Tudo de bom

Font: maestrobilly

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