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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Playground Curitiba começa a divulgar line-up e se firma como uma das grandes da cidade


Nomes como Skazi, Astrix, Electrixx, Dusty Kid e Roy RosenfelD confirmam que ela veio para o calendário das maiores festas do estado.

Playground Music Festival, tradicional evento que mistura música eletrônica e parque de diversões, fará no dia 8 de dezembro sua primeira edição em Curitiba. Conforme divulgamos já há algum tempo, será realizado num local inédito para esse tipo de festa: no Bioparque, casa do Lupaluna e de outros festivais de pop rock. Apesar da pequena polêmica inicial, o público já acostumou-se com a idéia, e o line-up que está sendo divulgado já roubou o foco das atenções.
 
Serão 3 palcos: Evolution World Stage e Crazy Dance Stage abertos para todos os ingressos, e Space Moon Stage restrito apenas para compradores do ingresso backstage e camarote. Confiram abaixo alguns nomes confirmados:

EVOLUTION WORLD STAGE

SKAZI
ASTRIX
DR.LEKTROLUV
ACE VENTURA
SESTO SENTO
ELECTRIXX
TICON
RITMO
LOUD
PARANOID
YASSER HANZI
TRINDADE

CRAZY DANCE STAGE

KULTRA
WILDBOYZ
R.E.PLAY
PYTT GARDIN
HELLT x TUBA
ALEX GALVÃO x MEU AMIGO ROBÔ
DIEGO LIMA x BETO DOMBROWSKI
3V3R x CASTRO
DELIPPE x RODRIGO LOPES
LADO B x PUKA

SPACE MOON STAGE

 
ROY ROSENFELD
DUSTY KID
MAD CUBE
LUTHIER
THOMAS GROW
MIN & MAL
VILLA NOVA
HUNTER GAME
HIPERNOVA DUO
ADRIANO PAGANI 
Os ingressos já estão a venda pelo Alô Ingressos, sendo a pista R$ 70,00, o backstage R$ 120,00 e o camarote open bar R$ 150,00 (feminino) e R$ 200,00 (masculino) - valores de 1º Lote. Apenas os ingressos backstage e camarote conferem acesso livre aos brinquedos do evento. Para maiores informações, curtam a fanpage oficial e o evento oficial no Facebook. 

Font:http://psicodelia.org

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A nova era da música na web


Entre redes para streaming de música e o bom da experiência on-line, o cenário musical na web mudou muito desde o Last.fm

Quando o Last.Fm surgiu, em 2002, não havia nem Facebook (2004), tampouco Twitter (2006) –e isso já dá uma amostra de como a maneira de compartilhar música (bem como o seu streaming) se revirou em revoluções. Nem se quer se pensava no áudio via YouTube, aliás uma usabilidade até hoje meio “off-label” da rede (apesar de usada em larga escala). E o MysPace já andava mal das tamancas.  Até que se fez a luz, o Pandora, o Soundcloud e redes mais específicas como o Internet DJ que, mais segmentadas, mudaram a relação do usuário com a música na rede e estão a um fio de relegar o streaming à experiência offline. 
 
Antes, não nos esqueçamos das inovações passadas.  Dentre esses serviços, há os que funcionam por meio de uma API (Aplication Programming Interface) que, a grosso modo, é a estrutura de programação que conecta variadas funções e/ou sistemas. Pra gente aqui, o que interessa é que ela permite que o serviço da web esteja conectado ao seu computador (é por isso que alguns serviços pedem "plugins", por exemplo). Na outra ponta, há os que utilizam somente o browser. Os que utilizam a API ganham em velocidade, só que contam com a desvantagem de terem que ser instalados previamente. Também é por meio de uma API que se faz a sincronização automática de dados - aquela que dispensa o "sign in".
 
O Last.fm foi um dos primeiros a funcionar por meio de API. A iniciativa de Richard Jone, com o serviço Audioscrobbler, que gravava as músicas de um computador e depois as dividia em tabelas compartilhadas - publicadas via web. Com o dinamismo da rede social, em 2006, o site também adotou as mudanças e essas tabelas tomaram outras proporções com a melhoria do sistema de amizades e músicas recomendadas. Só que a cobrança do serviço fora da Alemanha e do Reino Unido em 2009 limitou o desenvolvimento pleno da rede - que perdeu usuários. 
 
Mais pra frente, o próximo a mudar o cenário foi a sueca Spotify, que funciona mais como um sistema de busca de música via streamming - com uma biblioteca nunca antes imaginada - conta com 3 milhões de usuários pagos. Aqui no Brasil, no entanto, não dá pra fazer o download da API do serviço, embora seja possível acessar seu banco de dados, sem a mesma qualidade, no entanto. Para quem usa o serviço via browser, as opções são o Grooveshark (lembrando que os serviços acima também podem ser acessados pelo navegador, a API é um diferencial). 
 
Só que, mesmo com o streamming e a integração - um grande salto desde o MySpace - o dinamismo do SoundClound, que inclui comentários em trechos da faixa, por exemplo, faz com que o streamming de música tão somente pareça, de alguma forma, aquela antiga experiência do compartilhamento P2P (Napster, Kazaa, Morpheus, Emule) E mesmo o Grooveshark, que tem no seu automático no Twitter, a possibilidade de fazer com que milhares de usuários ouçam a mesma música em tempo real - alguém aí ouviu falar em tabela compartilhada. 
 
 
"Para quem quer se aventurar ainda mais nas plataformas, há serviços de toda a ordem. Experimente fuçar no MogGogoyoko, Songbird (eu sou fã desse porque eles têm uma integração com a Wikipedia e o Last.fm para mostrar info de artista que é sensacional, um fórum de discussão militante que é uma fofura e hoje também virou uma plataforma social) e Buzznet. Lembre-se que muitos têm restrições de acesso por região e, para isso, recomendo dar um Google #bemdado. "

Font:  burnmag

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

David Guetta estreia lyric video no VEVO


Com participação da cantora Sia, o DJ David Guetta  lança clipe da nova música She Wolf (Falling To Pieces) com a letra
 
Nessa segunda-feira (24), o DJ mais famoso do mundoDavid Guetta estreou o lyric video da música “She Wolf (Falling To Pieces)” no VEVO.
O single já está em 1º lugar nas parados do European Club Chart. (Veja o novo clipe abaixo)



Esse single faz parte no novo disco “Nothing But The Beat – 2.0”, um relançamento do “Nothing But The Beat”, que apresenta todos os hits do álbum original, além de mais seis novas músicas, que contam com a colaboração de nomes como Alesso, Akon, Daddy’s Groove, NERVO, Ne-Yo, Nicky Romero, Sia, Taped Rai e Tegan&Sara.
Para mais informações sobre David Guetta, visite:


Font: djsound

domingo, 23 de setembro de 2012

Ouça agora o novo álbum de Deadmau5, que será lançado dia 25


Album Title Goes Here vazou na internet alguns dias antes do lançamento

Apesar de estar marcado para ser lançado dia 25 de setembro nos EUA e Canadá (pelo Ultra Music) e no dia seguinte no resto do mundo (pela Virgin), o novo álbum de Deadmau5 já pode ser ouvido na internet. Nele, 11 tracks do canadense, algumas já lançadas em EPs, como Professional Griefers (com Gerard Way, do My Chemical Romance) e Failbait (com Cypress Hill), entre outras novas. Para ouvir, use o player abaixo:

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Skrillex fará trilha sonora e participará de Wreck-It Ralph, novo filme da Disney


O americano fará uma participação especial na animação, que também terá diversos personagens de games consagrados
Neste ano a Disney irá lançar uma nova animação, que está sendo muito agurdada. Se além de música eletrônica, você também é fã de games, com certeza já viu e delirou com o trailer de Wreck-It Ralph (que se chamará Detona Ralph no Brasil):
Sim, você não se enganou: aquele grupo de apoio que aparece aos 0:34 tem o Zangief, o Bowser, o Robotinik e até mesmo o fantasma do Pac-Man. A história do filme gira em torno de Ralph, o vilão de um game que "cansou de ser malvado", e parte em busca da adoração do público sendo o mocinho de um novo jogo. Para maiores detalhes sobre a história, leiam o artigo no IMDb. O que interessa para nós é uma dupla participação do californiano que tem sido o rosto mais conhecido da música eletrônica no mundo: Skrillex.
Há alguns meses foi noticiado que ele seria o responsável pela trilha sonora - confirmando a tendência de produtores de EDM assinando as trilhas de Hollywood, a exemplo de Daft PunkChemical Brothers e Trent Rezor e Atticus Ross, que inclusive levaram o Oscar pela trilha de A Rede Social. Porém, Soony Moore fará também uma ponta no filme, sendo o DJ de uma festa, em cena ainda não revelada (assim como o Daft Punk tocou na festa de Tron: Legacy).
Os produtores contam que a idéia nasceu quando a cena da festa estava quase pronta. Pensaram "Se ele já está envolvido com a trilha, talvez tope ser o DJ da festa". Dito e feito, Skrillex ficou eufórico com o convite, e já aprovou o seu modelo animado.
Wreck-It Ralph estréia dia 2 de novembro mundialmente, mas no Brasil ele só chega em 4 de janeiro de 2013.

Font:psicodelia.org

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Nomes Curiosos: entenda a origem dos nomes do mundo da música eletrônica (Parte I)


Dar nome às coisas é uma das atividades mais difíceis da vida: seja para o filho, o cachorro, o grupo de trabalho na escola, eventualmente acabamos passando horas, dias ou até meses tentando encontrar a denominação perfeita. E na vida de um artista esta dificuldade é cotidiana, afinal, cada nova música que é finalizada precisa receber um nome. Alguns simplesmente tacam o foda-se e dão nomes aleatórios, como o projeto Rekorder, que numerou suas músicas de 0.0 até 10.3, de acordo com o disco e a faixa correspondente, ou então deadmau5, que possui álbuns chamados Random Album Title (Álbum de Título Aleatório), For Lack of a Better Name (Na Falta de Um Nome Melhor) e >insert album title here< (Insira o Título do Álbum Aqui).
Porém, a falta de criatividade ás vezes acaba dando lugar a uma criatividade além do necessário - e é nesse cenário que surgem músicas com nomes esquisitos, bizarros ou curiosos. Toda música conta uma história, e no caso das eletrônicas é mais difícil compreender a história que o artista pretende contar, devido à constante ausência de letras - nesse ponto que nasceu minha curiosidade pelos nomes. Em alguns casos, eles dão um novo significado para a música e passamos a gostar ainda mais dela, mas ainda existem os casos em que simplesmente algo aleatório foi escolhido para nomear a canção.
Pois bem, sempre procurei entender os nomes e agora irei compartilhar alguns significados aqui. Vale lembrar que tudo o que escrevo abaixo é baseado em pesquisas na internet - são suposições, o artista pode muito bem vir aqui e me desmentir, afinal, não estou dentro da cabeça dele pra saber qual foi a piraque deu origem ao nome.

DEADMAU5 - PROFESSIONAL GRIEFERS

Deadmau5 é um nerd assumido. Um cara que tem um Space Invader tatuado no pescoço, usou o nickname que tinha no mIRC para batizar o projeto e é fã do Nyan Cat é desgraçadamente nerd - e isso deu nome para esta música também. Griefer é a gíria americana para o jogador que entra em jogos on-line só para estragar a diversão alheia - traduzindo para a geração formada assistindo Hermes e Renato, o Griefer é um Joselito digital. A artwork do EP tem o Meowingtons (gato de estimação de deadmau5) em destaque, e no clipe é ele quem sabota a partida de UFC entre Joel e Gerard Way. Acho que já sabemos quem é o Joselito profissional da história.

SKRILLEX - SCARY MONSTERS AND NICE SPRITES

Bem, aqui podemos interpretar de duas formas. O dicionário traduz sprite como duendes. Monstros Assustadores e Duendes Bondosos - belo título para algo bem fantasy. Mas vamos nos lembrar que essa leva de DJs é extremamente nerd e foi adolescente nos anos 90, jogando Mega Drive e Super Nintendo.Sprite também é a denominação técnica para uma tecnologia muito usada em games da época, para inserir os personagens no cenário. Monstros assustadores e com visuais bons - se fosse do mau5 a música eu apostaria na segunda opção sem dúvidas! Seja qual foi a intenção dos Nice Sprites, o nome em si é uma referência à música Scary Monsters (and Super Creeps), de David Bowie.

PLASTIKMAN - SPASTIK

Saindo dos ídolos dos EUA e caindo agora nos deuses do techno, eis uma música que tem 19 anos e ainda é tocada - especialmente a versão "de fácil digestão" que Dubfire fez para ela. A Spastik original não é nada dançante - é um conjunto de percussões e sons intrigantes e hipnotizantes. Se você é DJ de techno, com certeza já tentou usar ela em mash ups e já percebeu que o resultado fica perfeito na maioria das vezes. Mas vamos parar de falar da música e vamos ao nome: spastic é um termo originalmente usado para definir o paciente que tem espasticidade, um enrijecimento muscular sintoma de disturbios neurológicos, como a paralisia cerebral. Ouça a música novamente agora que você sabe o significado do nome - faz total sentido, né? Ah, o K no lugar do C com certeza foi para se alinhar ao nome do projeto, que também troca o C de plastic por um K.

RADIO SLAVE - GRINDHOUSE (DUBFIRE PLANET TERROR MIX)

Grind house, traduzindo literalmente, seria "casa de triturar" - um nome mórbido, assim como a música. Porém o que poderia ser apenas uma suspeita se olhassemos só para a original do Radio Slave, confirma-se com o remix de Dubfire. Grindhouse é um filme de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, que faz uma homenagem ao terror trash dos anos 80. O filme divide-se em duas partes: Death Proof e... Planet Terror. Bem, não precisamos dizer mais nada sobre este nome, né? Os vocais, apesar de parecerem muito com samples retirados de filmes de terror, não são do filme homônimo. Não consegui encontrar nenhuma referência na internet - talvez sejam originais, ou de algum filme MUITO alternativo.

DUSTY KID - LYNCHESQUE

E já que o assunto é techno doente e cinema alternativo, o maior hit de Dusty Kid também é uma referência à sétima arte. O sufixo -esque significa "à moda de". Por exemplo, DaVinciesque, à moda de DaVinci. Então Lynchesque seria à moda de Lynch - David Lynch, diretor conceituadíssimo de cinema, com filmes intrigantes e doentes, assim como a música em questão. Curiosidade: já tem um tempo que Lynch resolveu atacar de produtor, e o resultado é, no mínimo, interessante. Vale a pena procurar ;)

D-NOX & BECKERS - CALA A BOCA

Peraí, por que os alemães deram um nome em português para a música? E por que um nome agressivo? Segundo D-Nox, é uma homenagem às pistas do Brasil - as que mais falam e menos prestam atenção no som. Cala a Boca mandou uma mensagem clara para nós muito antes de qualquer campanha que você tenha visto pela internet: fale menos e dance mais. E não é que eles têm razão?

KROME ANGELS - KRISKROS RHYTHMS

Essa foi provavelmente a primeira música que investiguei a fundo o nome - e ele é interessantíssimo. O nome em si é facilmente explicado - no break da música há um vocal dizendo "criss-cross rhythms that explode with happiness". Mas ainda assim, "sons cruzados que explodem com felicidade"? Há sentido nisso? Acreditem, há sim. Esta frase foi criada por uma banda de música afro, chamada Osibisa, como uma tradução do nome deles - porém é só uma cortina de fumaça. Osibisa na verdade vem do termo Osibisaba, que significa "vida desregrada" no dialeto Fante. Ou seja... são os ritmos cruzados ou a vida sem limites que explodem com felicidade? ;)

GMS - JUICE

Pra finalizar, outra dos cinemas. Depois do audio-visual que o GMS fazia em 2009 ficou mais óbvio, mas ainda assim vale a pena a menção. A música na verdade é um remix para Lux Aeterna, música tema do filme Requiem Para Um Sonho. Os samples usados também são tirados do filme, e Juice é o nome do programa de televisão que tem função crucial no filme - o apresentador dele que fala a célebre frase "I said... We got a winner". E já que estamos no assunto, uma dica: a película dirigida por Darren Aronofsky (que também dirigiu Cisne Negro) é obrigatória para qualquer pessoa que viva o mundo da música eletrônica e, consequentemente, das drogas (por mais que não as use).

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Daft Punk: o começo

- With hopes for a new Daft Punk album on the horizon, Mixmag takes a look back at their 1997 feature on the French robots.


Daft Punk: o início
Com a conversa de um novo álbum repleto, nós pensamos em voltar a esta característica de 1997 em que Mixmag atende dois franceses que viria a tornar-se lendas. E robôs.
Palavras: Alexis Petridis Publicado: Mixmag 1997
Para a maioria das pessoas jovens demais para ter jogado em qualquer parte acid house e suas ondulações início dos anos 90, Daft Punk representar um ano zero para a música de dança. Eles levaram o duro, o som, rochoso techno de bandas como The Chemical Brothers e deu uma batida 4-4 e melódica, a abordagem discoteca de influência. O resultado foi a música da casa incrivelmente cativante que parecia grande no Top Of The Pops e inspirou uma geração. Março Alexis Petridis '1.997 entrevista para Mixmag pega-los logo no início de seu sucesso rapidamente.
Olha Thomas Bangalter desconsolado no chão. Mesmo para um homem abençoado com um rosto que parece permanentemente confuso - o tipo de cara que você suspeitar que as meninas querem mãe - ele parece particularmente preocupada com a cena diante dele.
A outra metade do Daft Punk, Guy-Manuel de Homem-Christo, está de joelhos, lutando por um holdall negro maciço, jogando seu conteúdo sobre os ombros. Máscaras de todas as formas possíveis e tamanho são espalhados por todo o quarto. De repente ele se levanta, agitando o que parece ser uma cabeça grotesca, deflacionado em Thomas com um alegre florescer.
"Beavis and Butt'ead! ele se entusiasma. "Nós ave já foram Beavis e Butt'ead semana zis", resmunga Thomas, sombriamente. "Duas vezes".
Guy Homem-tuts petulância, atira a máscara no chão e volta ao seu holdall. Mais máscaras vão voar, mais sugestões são categoricamente rejeitada. Mais recente sensação da música de dança, dois filhos parisienses cujo álbum de estréia, transformou a música casa em sua cabeça e preso ferozes sulcos de elevação para o Top 5, são disputas sobre máscaras. Mas ninguém mais na sala tanto como morcegos uma pálpebra.
DaftPunk
Daft Punk tem uma reputação de ser difícil que se envergonhar Dave Clarke. Eles não vão ter sua foto tirada, a menos que seus rostos são obscurecidos. Eles secretam uma altivez entediado no palco, mal se movendo, nunca sorrindo. Eles invadiram de uma conferência de imprensa no festival Transmusicalles prestigiado quando alguém perguntou-lhes uma pergunta "estúpida".Eles se sentaram em atitude carregada de silêncio no ônibus da turnê Celestial Social, enquanto os produtos químicos e colegas foi desperdiçado e leiloados pílulas. Outra revista descreveu-os como "grosseiro". Seu assessor de imprensa me diz seu entrevistador última desistiu e voltou para casa após 20 minutos de olhares em branco e respostas monossilábicas. 
Eventualmente, eles se contentar em máscaras de palhaço com protuberantes narizes vermelhos. Eles olham um para o outro ... e caiu na gargalhada.
"Às vezes", suspira Thomas, "Eu acho que a música de dança é muito frio, sabe? Nós realmente não levá-la muito a sério. "
As pessoas vão dizer que você não é doido ou nada punk sobre Daft Punk, que o nome veio a partir da descrição mordaz o NME de uma banda indie que eles foram uma vez dentro Eles estão errados. É exatamente o que são: daft, punk e.
Thomas e Guy-Man se encontraram na mesma sala de aula há 10 anos. Eles eram 12, e, de acordo com Thomas, "muito preguiçoso". Eles começaram raspando fora, pendurado em torno lojas de discos e cinemas, devorando Meninos álbuns antigos e Praia "todos os tipos de filmes: os filmes de adolescentes, filmes de terror, filmes cult, filmes de Andy Warhol". Vê-los juntos é claro como a amizade deles durou a década. Thomas é magro e falante, ambling sobre com que a expressão - "Hein?" - E passear um drogado sem esperança de. Guy-Man é mais curto, truculento, dada a vozes tolas e brincadeiras infantis. Thomas reclama sobre roupas Guy-Man antes de a atirar como um irmão mais velho. Guy Homem-empurra-o e ri. São exausto, mas se divertindo: como você faria se você tivesse feito apenas um registro incrível e foram ampliando a volta ao mundo com o seu melhor amigo. 
Daft-Punk2
Até o momento foram 17 que tinham formado Darlin ', uma banda indie decadente que durou seis meses e lançado um single: um pidgin Inglês Beach Boys pastiche chamado' Cindy tão alto ".Guy-Man, o cantor, nos brinda com um guincho misericordiosamente breve falsete vacilante, em seguida, diz que viu uma cópia na loja de um colecionador por R $ 15. Thomas parece absolutamente horrorizado. 
Adivinhar corretamente o mundo não estava pronto para um combo de surf pop-gaulesa, a dupla começou a ouvir The Orb e Andy Weatherall e verificar a cena parisiense rave. 
"A cena do rock estava a abrandar em Paris", lembra Thomas. Ele já estava exposta a pista de dança através de seu pai compositor, que infligiram 'Disco' Ottowan sobre o mundo. "Este foi mais enérgico, as pessoas estavam sorrindo. Depois descobrimos coisas Detroit e Chicago. "
Tomado como eram pelas melodias rumbling de toca-discos Laurent Garnier, Thomas e Guy-Man não poderia abandonar totalmente seu amor de rock. Os dois arquitetou um plano. O que se pode combinar tudo o que amava em uma feroz, louco, barulho fodido? E se eles fizeram faixas influenciadas por 60s pop e rock dos anos 70 como eram pela discoteca e espreitadela DJ - o que Guy-Man chamado de "música de fusão"? O que isso parece? 
Solte a agulha no sulco de 'trabalhos de casa', torcer suas orelhas redondas a queima lenta de "Da Funk" ou a blitz glitterstomp de 'Rock And Roll' e você vai descobrir. Adeus querida. Olá Daft Punk.  
E é punk? Aproveite todas as regra de ouro que a música casa é definido por. Em seguida, dobre-los, quebrá-las, transformá-las de dentro para fora. Fazer o oposto do que você espera para. As pessoas pensam que você lida no afiada, dura, Jack trax? Liberar um rastreamento, ardendo de arrasto de um único como "Da Funk", que soa como G-funk alimentados através de máquinas barulhentas. As pessoas querem techno imaculadas e beat-perfeitos conjuntos? Solte registros Príncipe e músicas antigas bolsa, clubes de mergulho no silêncio e jogar anúncios de rádio falsos. As pessoas estão obcecadas com a tecnologia? Grave seu álbum em synths mais velhos do que você. Em seu quarto. Isso é punk.
"Nós estamos muito interessados ​​em gravar em casa, não indo em estúdios", diz Thomas. '' Foi muito sedutor para fazer isso com uma grande gravadora, ainda mais se você estiver nas paradas. Mas você pode fazer algumas coisas bem lo-fi com duas máquinas de bateria e um sintetizador antigo e colocá-lo em uma grande gravadora! Isso é sedutor, bem como: jogar com as regras. Quando começamos, era mais econômica, não tinha o dinheiro, mas agora é um motivo em si. Nós fazemos isso porque queremos. " 
"Nós fazemos isso porque queremos 'poderia ser o slogan do Daft Punk. É o foda-se a confiança de dois filhos, recém-saídos de seus filhos adolescentes, que já repente percebeu o plano louco musical chocaram enquanto bunking fora da escola não só funciona, mas os sons - e vende - como os mais frescos do ruído sobre o bloco. Quando fala de Thomas sobre seus sets incríveis de DJ, que quebra todas as tonalidades e forma de música contra uma parede de 909 ruído tambor, ele age como se fosse a idéia mais óbvia do mundo. 
Daft Punk
"Estou surpreso", ele sem muita emoção. "O show ao vivo que fazemos é muito normal. Eu não sei por que alguém não fez nada como isso antes. "
E, como você ouvir Thomas, você lembra de algum grande artista depois de seu álbum de estréia explodiu. Você se lembra da arrogância sem esforço de prime-time Stone Roses ou Goldie, depois de 'Timeless', sussurrando "É apenas breakbeat". A estrela pop pose perfeita, então, mas que já foi confundido com petulância stroppy ou meleca de nariz arrogância. E sobre o seu full-on performances ao vivo, onde um imóvel, sem emoção Punk Daft encaram fixamente para os bancos de equipamentos knackered em nítido contraste com a raquete, impressionante fizzing que produzem?  
"Nós aproveitar interior: ', diz Thomas. "Nós não poderia sorrir, mas estamos gostando. Talvez a gente não está gostando de dançar ou cantar, mas ... nós gostamos do conceito de fazê-lo. "  
Daft Punk se levantou por seus direitos em 'Homework de "Revolução 909", que vira um dedo sem remorsos funk na repressão do governo francês anti-rave brutal. Thomas descreve-o como "louco e irritado".
"Na França eles pensam techno e house é música do diabo com as drogas", explica ele."Esperemos que, se a música está, ele vai mostrar a música não está ligada a drogas. Está se tornando muito grande e nós temos o poder de mudar as coisas um pouco. "
Mas, apesar da demonstração de unidade em seus sulcos, há uma sensação de que o Daft Punk quer pouco a ver com a cena de dança florescente francês. Eles estão cheios de louvor para os gostos do Ar e Motorbass, que foi concedido o primeiro remix de sempre de uma faixa do Daft Punk, abordando 'Around The World, mas Thomas reclama que "as pessoas tentam nos colocar em um som francês e nós não quero isso. "Ambos os Punks reclamam amargamente sobre a natureza insular da cena Paris, canibalizar os" puristas "que já atacaram seu sucesso. "Em Paris, há pessoas que se queixam sobre a merda que está nas paradas, que não há house music, que não é grande o suficiente," encaixa Thomas. "Então, quando fica grande, cuspiram nele. Os puristas acham que as pessoas não merecem ouvir boa música, eles acham que você tem que ser inteligente ou algo assim. DJs em Paris vai comprar três ou quatro cópias de um disco só porque eles não querem que outros DJs para obtê-lo. Eles acham que ele vai fazer uma pequena diferença entre eles e os DJ que vem. Se as pessoas querem fazer isso ... ", sua voz sumindo em desgosto. 
"Nós não queremos comprometer-nos", suspira. "Nós apenas queremos alcançar as pessoas. As idéias que temos são totalmente contra a coisa manter-se-underground. As pessoas pensam que uma vez que é overground ido você perder o controle, ele é mimado. Queremos mostrar que você não perca nada. " 
E ele se inclina para trás, olhando calmamente confiante, como um homem que acabou de gravar um álbum de Top 5 em seu quarto, um homem que sabe que uma gravadora multinacional não pode remixes de comissão, não pode mudar a obra de arte, não pode fazê-lo ter sua foto tirada, não pode fazer nada sem o seu e Guy-Man diz-lo. 
"Nós não queremos um remix de '97 'Da Funk", "ele sorri. "Nós não somos os Nightcrawlers". 
Eles estão trancando-os de volta Leeds 'To Basics e não é mesmo meia-noite. Aperte o seu caminho e você encontrará a multidão a gritar seu louvor a escuros Ralph Lawson, profundas, sulcos líquidos. Mas quando Daft Punk levar para as plataformas - que procuram, como de costume, como eles preferem estar em outro lugar - tudo se torna um borrão. Destaques "Homework de ser hackeado no esquecimento como as libras Drum Machine e agarrar e arrebatar em músicas de outras pessoas. A linha de baixo de guinadas "Vingança do Disco" na vida, o vocal de Liberdade 'Louis' Lil 'fica viciado e arranhou o infinito; tudo está ajustado e lixeira e fodido além de todo o reconhecimento. Eles queda "Revolução 909 'e quando isso megafone voz drones" Parem a música ... parar a música e ir para casa ", eles matam o som para o que parece ser uma idade, apenas para relaxar em duas vezes mais alto quando a multidão chegar gritando ponto. 
Então, no final de seu conjunto, algo estranho acontece. Como mudança Daft Punk sem problemas de uma kickdrum, solitário escassa em príncipe "Raspberry Beret", um suspiro coletivo de reconhecimento vem do chão. E um cara solitário, dançando ao lado, na verdade começa batendo sua cabeça contra a parede em tempo para a música. 
Agora que é punk. 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Calvin Harris leva prêmio maior no VMA 2012; Skrillex também foi premiado


Ontem mais um capítulo foi escrito na história da invasão da música eletrônica (ou EDM, como eles chamam) está protagonizando nos Estados Unidos. Depois dos impressionantes 3 Grammys que Skrillex levou no começo deste ano, agora foi a vez da MTV americana começar a reconhecer os principais produtores do estilo. A premiação deste ano foi dominada pelos artistas de black music, como vem acontecendo há quase uma década, mas dois "intrusos" abocanharam 3 prêmios: Calvin Harris e Skrillex.
Calvin Harris levou o prêmio de melhor video de EDM, por Feel So Close, e o prêmio de melhor video do ano, o principal da noite, por We Found Love, sua colaboração com Rihanna. Além dele,Skrillex ficou com o prêmio de melhores efeitos visuais, pelo clipe de First of The Year (Equinox). Confiram os 3 videos premiados:

CALVIN HARRIS - FEEL SO CLOSE

RIHANNA - WE FOUND LOVE FT. CALVIN HARRIS

SKRILLEX - FIRST OF THE YEAR (EQUINOX)


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Filme de Samurai X será exibido no Brasil

Warner Bros. empolga-se com sucesso no Japão e haverá lançamento mundial
A adaptação ao cinema de Samurai X (ou Rurouni Kenshin no original japonês), já obteve mais de 1 milhão de espectadores no Japão - e a Warner Bros. empolgou-se para realizar um lançamento mundial. Para a alegria da legião de fâs da obra de Nobuhiro Watsuki por aqui, o Brasil está entre os 64 territórios em que a estreia é prevista.

A data de lançamento ainda não foi divulgada - e não se sabe ainda se os direitos foram vendidos para uma distribuidora local ou se a própria WB o lançará (o que é pouco provável). Assista ao trailer abaixo.



Criado por Nobuhiro Watsuki, a série conta a história de Kenshin Himura, o espadachim andarilho que jurou usar sua espada para a vida e se recusava a matar quem quer que fosse, enquanto reparava a injustiça no Japão da Era Meiji.

Com direção de Keishi Otomo, o filme estreia em 25 de agosto no Japão.

Font:Omelete