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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A nova era da música na web


Entre redes para streaming de música e o bom da experiência on-line, o cenário musical na web mudou muito desde o Last.fm

Quando o Last.Fm surgiu, em 2002, não havia nem Facebook (2004), tampouco Twitter (2006) –e isso já dá uma amostra de como a maneira de compartilhar música (bem como o seu streaming) se revirou em revoluções. Nem se quer se pensava no áudio via YouTube, aliás uma usabilidade até hoje meio “off-label” da rede (apesar de usada em larga escala). E o MysPace já andava mal das tamancas.  Até que se fez a luz, o Pandora, o Soundcloud e redes mais específicas como o Internet DJ que, mais segmentadas, mudaram a relação do usuário com a música na rede e estão a um fio de relegar o streaming à experiência offline. 
 
Antes, não nos esqueçamos das inovações passadas.  Dentre esses serviços, há os que funcionam por meio de uma API (Aplication Programming Interface) que, a grosso modo, é a estrutura de programação que conecta variadas funções e/ou sistemas. Pra gente aqui, o que interessa é que ela permite que o serviço da web esteja conectado ao seu computador (é por isso que alguns serviços pedem "plugins", por exemplo). Na outra ponta, há os que utilizam somente o browser. Os que utilizam a API ganham em velocidade, só que contam com a desvantagem de terem que ser instalados previamente. Também é por meio de uma API que se faz a sincronização automática de dados - aquela que dispensa o "sign in".
 
O Last.fm foi um dos primeiros a funcionar por meio de API. A iniciativa de Richard Jone, com o serviço Audioscrobbler, que gravava as músicas de um computador e depois as dividia em tabelas compartilhadas - publicadas via web. Com o dinamismo da rede social, em 2006, o site também adotou as mudanças e essas tabelas tomaram outras proporções com a melhoria do sistema de amizades e músicas recomendadas. Só que a cobrança do serviço fora da Alemanha e do Reino Unido em 2009 limitou o desenvolvimento pleno da rede - que perdeu usuários. 
 
Mais pra frente, o próximo a mudar o cenário foi a sueca Spotify, que funciona mais como um sistema de busca de música via streamming - com uma biblioteca nunca antes imaginada - conta com 3 milhões de usuários pagos. Aqui no Brasil, no entanto, não dá pra fazer o download da API do serviço, embora seja possível acessar seu banco de dados, sem a mesma qualidade, no entanto. Para quem usa o serviço via browser, as opções são o Grooveshark (lembrando que os serviços acima também podem ser acessados pelo navegador, a API é um diferencial). 
 
Só que, mesmo com o streamming e a integração - um grande salto desde o MySpace - o dinamismo do SoundClound, que inclui comentários em trechos da faixa, por exemplo, faz com que o streamming de música tão somente pareça, de alguma forma, aquela antiga experiência do compartilhamento P2P (Napster, Kazaa, Morpheus, Emule) E mesmo o Grooveshark, que tem no seu automático no Twitter, a possibilidade de fazer com que milhares de usuários ouçam a mesma música em tempo real - alguém aí ouviu falar em tabela compartilhada. 
 
 
"Para quem quer se aventurar ainda mais nas plataformas, há serviços de toda a ordem. Experimente fuçar no MogGogoyoko, Songbird (eu sou fã desse porque eles têm uma integração com a Wikipedia e o Last.fm para mostrar info de artista que é sensacional, um fórum de discussão militante que é uma fofura e hoje também virou uma plataforma social) e Buzznet. Lembre-se que muitos têm restrições de acesso por região e, para isso, recomendo dar um Google #bemdado. "

Font:  burnmag

Um comentário:

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